No café da manhã e entrevista coletiva dos dirigentes do Figueirense realizado na manhã de ontem no Memorial do estádio Orlando Scarpelli, em dois momentos, o gestor Paulo Prisco Paraíso, presidente do Conselho de Administração FFC SAF não conseguiu segurar a emoção: foi às lágrimas.
Paulo Prisco Paraíso vai às lágrimas na conversa com jornalistas. Momentos de emoção. – Foto: Mafalda Press/NDSolícito e cordial com os jornalistas (aliás, como sempre), PPP se emocionou ao falar da torcida do Figueirense que pegou junto nos momentos mais complicados da reconstrução alvinegra e depois, ao lembrar do seu pai, o médico professor Henrique Manoel Prisco Paraíso, falecido em novembro de 2020, vítima da Covid. “Meu pai era baiano, assim como é o Cristóvão Borges, novo treinador do clube”. Ainda sobre as lembranças do seu pai, Prisco Paraíso relembrou que em vários momentos ele disse: “Filho, chame o Norton e outros dirigentes e reconstruam o Figueirense, pois desse jeito ele vai acabar”, finalizou o dirigente alvinegro.