Ou aceita ser eterno “reserva” no time do Figueirense ou parte para novos desafios

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COADJUVANTE NO ALVINEGRO.  A saída do goleiro Gasparotto do Figueirense que foi liberado ontem para atuar em outra equipe, me lembra a mesma situação dos goleiros que foram reservas do Rogério Ceni, no São Paulo, e os que foram reservas do Fábio, em sua longa passagem pelo Cruzeiro. Ou seja, a permanência do atleta no Estádio Orlando Scarpelli teria como destino inevitável, a aceitação do banco de reservas, até porque além do Wilson ser um ótimo goleiro “incontestável”, ele também é ídolo da torcida.

MUDANÇA. Há goleiros que se conformam com esta situação: a do banco de reservas. E ficam nesta situação por anos e anos “escondido”, apenas fazendo parte do grupo, acreditando que um dia a chance vai aparecer.  Mas há profissionais que ao perceber que não vão ganhar a chance de atuar a médio e longo prazo, partem para outros desafios.