A Chapecoense finalmente voltou a vencer. Fim de um jejum de nove jogos na Série B do Brasileiro. É a oportunidade de recolocar a locomotiva verde e branca nos trilhos da competição nacional.
O CRB chegou em Chapecó em uma crescente, com cinco vitórias e um empate em sete jogos. Foi um páreo duro. E mesmo com a dificuldade, a Chapecoense fez uma boa partida.
Boa o suficiente para vencer com merecimento. Não que tenha criado uma infinidade de oportunidades, mas foi o time que mais buscou o gol e que de fato levou mais perigo.
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Chapecoense vence o CRB com gols de Bruno Nazário e Maxwell – Foto: Tiago Meneghini/ACF/ndCom Kayke na referência do ataque, a Chapecoense se tornou um time mais móvel e mais perigoso. O centroavante foi participativo e decisivo no primeiro gol da partida.
Lucas Freitas, outro estreante, também esteve bem em campo. Com raras exceções, foi seguro na defesa e ajudou na construção – foi dele o início da jogada do gol de Nazário.
Demorou mas chegou
A primeira vitória do técnico Gilmar Dal Pozzo na terceira passagem pela Chapecoense ocorreu apenas no sexto jogo, mas teve grande impacto. Muito pelo fato de o resultado ter sido construído contra um bom adversário e não lance de sorte ou em cima de um concorrente mais fraco.
O treinador inclusive falou em coletiva de imprensa sobre a dificuldade de começar o trabalho com pouca herança positiva do antecessor.
Foram quase dois meses sem vencer na Série B. O último triunfo havia ocorrido contra o Avaí, fora de casa.