A CBF (Confederação Brasileira de Futebol), por meio da sua comissão de ética, decidiu afastar Rogério Caboclo pelo período de 15 meses por “conduta inapropriada”, após investigar as denúncias de assédio sexual e moral na qual foi acusado por uma funcionária.
A definição, no entanto, terá que vir das federações que deverão se encontrar em data a ser confirmada.
Presidente da CBF, Rogério Caboclo, que está afastado há três meses do cargo deverá seguir assim pelos próximos 12 – Foto: Lucas Figueiredo/CBFForam quase três meses de investigações por parte da comissão que entendeu que as acusações denunciadas pela funcionária não se consolidaram.
SeguirO grupo entendeu e classificou os áudios apresentados e comportamentos relatados em depoimentos apenas como “conduta inapropriada”.
Com a punição o presidente afastado – que está sendo substituído pelo Coronel Nunes – deverá ficar fora da eleição da entidade, prevista para o primeiro semestre de 2022, de olho no mandato 2023 – 2027.
A decisão foi comunicada aos advogados de Rogério Caboclo em vídeo-conferência realizada na tarde desta terça-feira (24).
Confirmação do afastamento
A confirmação do afastamento ainda precisará ser referendada pela Assembleia Geral, composta pelos presidentes das 27 federações estaduais. Inicialmente, ela estava marcada para acontecer nesta quarta, mas foi suspensa por decisão do CBMA (Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem). A reunião provavelmente acontecerá na próxima semana.