Na coluna da última segunda(13), após o cancelamento da rodada dos jogos da volta do mata-mata do campeonato catarinense, evitei apontar algum culpado direto pela suspensão dos jogos. Defendi essa posição, ao citar “que assim como o protocolo tenha sido uma decisão coletiva, o erro também deveria ser assumido por todos os envolvidos na competição”.
Durante a semana, acompanhando a repercussão e lendo nas entrelinhas que a vilã da história poderia ser o departamento médico do time de Chapecó, mantive a opinião de que fazer uma caça às bruxas no momento atual, seria complicar ainda mais esse tempo de incerteza do nosso futebol.
Só que o assunto veio à tona no dia de ontem(16), justamente de quem não se esperava, do próprio presidente do time do Oeste, Paulo Magro que ao se posicionar como vítima, “parece que a Chapecoense é o patinho feio”, acabou requentando um assunto que tinha sido deixado para trás após a reunião dos dirigentes e autoridades de saúde que decidiram pela elaboração de um protocolo mais rígido para a retomada do estadual.
SeguirPoderia ter ficado calado.