Os casos de racismo – na maioria impunes – se repetem nos estádio brasileiros – Foto: reprodução/NDRACISMO NO FUTEBOL
Quem acompanhou a torcida do Athletico Paranaense aplaudindo a sua equipe, mesmo após a perda do título da Copa do Brasil na noite da última quarta na Arena da Baixada, não viu o outro lado: o lado triste do futebol. Se a festa após o apito final do árbitro é digna de elogios, alguns atos isolados como o apedrejamento do ônibus do time mineiro na chegada do estádio e as cenas de alguns torcedores e torcedoras imitando macaco e mostrando a cor da pele para alguns torcedores do Galo, mostram o quanto precisamos evoluir nesse assunto. Ontem, o próprio Athletico Paranaense nas suas redes sociais, lamentou o ocorrido e prometeu providências sobre o ocorrido. Recentemente tivemos casos parecidos, alguns até indo a julgamento com punições para os clubes com multas e suspensões. No entanto, para o desânimo geral, parece que esses casos não deixam nenhuma lição ou algum tipo de reflexão entre os infratores. Em muitos casos é como se não tivesse acontecido. Uma miragem coletiva.
SeguirFutebol não tem nada a ver com racismo. Racismo NÃO É zoeira. Racismo NÃO é corneta. Racismo NÃO É mimimi.
RACISMO É CRIME.
Esses dois homens ficaram boa parte do 2°tempo imitando macacos e gesticulando de forma pejorativa para torcedores do Atlético-MG – provavelmente, negros. pic.twitter.com/1bOBVSzhrh
— Bianca Molina (@biimolina) December 16, 2021
Mais atos racistas na Arena da Baixada. Desta vez, por parte de uma torcedora do Athletico.
— Planeta do Futebol ? (@futebol_info) December 16, 2021