Resumo da entrevista do presidente do Avaí, Júlio Heerdt e do vice, Bruno Comicholi; leia

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Na manhã desta terça(25) o presidente Júlio Heerdt e o vice do Avaí, Bruno Comicholi concederam uma entrevista coletiva no auditório de imprensa do clube. Antes de tentar resumir o ponto principal da conversa com colegas jornalistas, por coerência, vai aqui um elogio: é sempre importante esse contato do dirigente com o torcedor, imprensa e patrocinadores. Disto isto, vamos ao resumo:

Júlio Heerdt e Bruno Comicholi acreditam na manutenção da equipe na Série A – Foto: TV Avaí/reprodução/NDJúlio Heerdt e Bruno Comicholi acreditam na manutenção da equipe na Série A – Foto: TV Avaí/reprodução/ND

O principal ponto tocado pelo Júlio Heerdt e seu vice, Bruno Comicholi, foi o da confiança pela manutenção da equipe na elite do futebol brasileiro, mesmo que todos os sites de estatísticas apontem mais de 98% as chances de queda para a série B.

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A responsabilidade está em toda a diretoria, mas também está nos pés do atletas. Acredito na permanência. O futebol é dentro das quatro linhas e aposto no coletivo, no brio e na honra desses atletas

Além dessa afirmação otimista em relação ao jogo contra o Cuiabá, na próxima quinta, o presidente elogio e demonstrou  confiança no trabalho do Fabrício Bento e do Marquinhos que assumem a equipe para a sequência do Brasileiro.

Estamos todos no mesmo barco

Sobre a montagem do elenco, e principalmente pelas contratações decepcionantes no fechamento da janela, o presidente avaiano reconheceu como um problema e justificou que as melhores opções não vestiram a camisa do Avaí por questões financeiras.

Concordo que a montagem do elenco (principalmente na contratação da janela) é um fator do insucesso. Alguns atletas que estavam como primeiras opções o Avaí não conseguiu contratar pelas condições financeira atual

Sobre e executivo de futebol, vai depender do cenário da equipe na próxima temporada.

 Ele virá, depende do cenário da equipe do próximo ano, custo e outras condições

Sobre a sua avaliação neste primeiro ano de mandato, Heerdt sintetizou da seguinte forma

O preço que se paga pela experiência é muito caro. (Erros no futebol no gramado).  Sobre a gestão, estamos trabalhando em várias frentes. Agora, sobre quando isso vai refletir na tabela de classificação? Isso ninguém tem a resposta.

Sobre a cobrança da torcida

O torcedor está incomodado. Sou um presidente-torcedor e estou incomodado.

Sobre a justiça desportiva que recentemente obrigou o Avaí a jogar com o Fluminense sem a presença do torcedor na Ressacada

Não está na hora de falar em justiça desportiva. Mas ainda vou falar, aquele jogo contra o Fluminense ainda não acabou.

Sobre a pergunta do colega Ian Sell, do ND, sobre um trabalho unificado de filosofia e plano tático do mirim ao profissional, Júlio Heerdt que respondeu que durante a permanência do William Thomaz e também o Barroca, procuravam integrar o trabalho do profissional e os da base.

Sobre o treinador Lisca, Júlio Heerdt  “confessou” que ele chegou para agitar o vestiário, já que atuávamos bem, porém não conseguíamos segurar o resultado.

Sobre a base

A base serve para servir o profissional e formar cidadãos e não para empilhar taças.  Longe de querer uma base hegemônica, queremos revelar atletas para o time profissional ou outros clubes. E que não for profissional, quero que lembrem da formação realizada aqui.