Santos toma decisão sobre abrir ou não ‘armário secreto’ de Pelé

Pelé deixou um armário trancado na Vila Belmiro desde o seu último jogo pelo Santos; após a morte do Rei, ficou a dúvida se o clube iria abri-lo

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Redação ND Florianópolis

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O Santos enfim tomou uma decisão sobre abrir ou não o “misterioso” armário de Pelé na Vila Belmiro que está trancado desde o último jogo do Rei do futebol pelo clube.

Armário de Pelé na Vila Belmiro nunca foi abertoArmário de Pelé na Vila Belmiro nunca foi aberto – Foto: Ivan Storti/Santos F.C/ND

O presidente Andres Rueda tomou a decisão de manter o armário fechado. Ele afirmou que decidiu por isso dois dias após o sepultamento do Rei. Com isso, segue o “enigma” para descobrir o que há dentro do local.

“Ele guardou um objeto e levou a chave. Reza a lenda que é para dar sorte ao time do Santos”, recordou Rueda durante o velório do Rei.

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Único tricampeão mundial com a seleção brasileira presente no velório, Clodoaldo não vai poder matar sua curiosidade. O “cão de guarda” de Pelé, com o qual jogou no Santos por sete anos, afirmou na cerimônia que era favorável à abertura do armário.

“Não sei como vai ser, mas tem que acabar com esse suspense para sabermos o que ele deixou de lembrança para nós, torcedores. É uma curiosidade muito grande”, afirmou. Segundo contou, nem os amigos e companheiros de Santos sabem o que Pelé guardou lá. “O que tem nós não sabemos. Toda vez que se perguntou para o próprio Pelé ele falou que não tem nada”, disse.

Sepultamento de Pelé

Após 24 horas de velório na Vila Belmiro, Édson Arantes do Nascimento, o Pelé, entrou no Memorial Necrópole Ecumênica, na cidade de Santos, para ser sepultado na última terça-feira (3). O Rei foi acompanhado por familiares.

Antes de ir para o cemitério, houve um cortejo pela cidade do litoral paulista, que começou às 10h25 (de Brasília). O caixão do Rei do Futebol foi levado em um caminhão de bombeiros e escoltado pela polícia.

Memorial onde Pelé foi sepultadoMemorial onde Pelé foi sepultado – Foto: Miguel Schincariol/AFP

O cortejo começou na Vila Belmiro, passou pelo Canal 2 e percorreu, pela orla da praia, até o canal 6, onde mora a mãe de Pelé, Dona Celeste Arantes do Nascimento, de 100 anos. Acompanhada de familiares, a irmã do craque, Maria Lúcia, o esperou na varanda da casa e chorou muito. Também houve uma breve reza e uma extensa salva de palmas e homenagem ao ídolo.

Na sequência, o corpo do Rei foi levado até o cemitério, no Canal 1. Na chegada ao Memorial Necrópole Ecumênica, começou a cair um leve garoa e foi executado o hino do Santos durante a entrada do caixão. Ao todo, foram 13 quilômetros percorridos.

* Com informações do R7

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