Sob gritos de ‘vergonha’, Ceará e Avaí voltam aos vestiários; entenda

Ceará e Avaí, na abertura da rodada da Série A, tiveram que retornar ao vestiário após orientação da arbitragem; torcedores protestaram e, alguns, até deixaram a estrutura

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Redação ND Florianópolis

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Ceará e Avaí foram “escolhidos” pela tabela da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para abrir a 18ª rodada – e penúltima – do 1º turno da Série A.

Apesar da definição, a falta de iluminação na Arena Castelão, no Ceará (CE), inviabilizou o início do duelo. Passados 20 minutos o árbitro Caio Max de Souza (RN), em conversa com o delegado da partida, ordenou que as equipes voltassem ao vestiário para o trabalho de reaquecimento.

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Ceará e Avaí jogam na Arena Castelão, em Fortaleza – Foto: André Palma Ribeiro/Avaí FC/Divulgação/NDCeará e Avaí jogam na Arena Castelão, em Fortaleza – Foto: André Palma Ribeiro/Avaí FC/Divulgação/ND

Árbitro da partida

Por questões de protocolo a arbitragem precisa dar 30 minutos para aguardar e tomar uma decisão definitiva. A Arena Castelão contabilizou, pelo menos, 35 mil presentes.

Em entrevista concedida a emissora responsável pelos direitos de transmissão, o árbitro Caio Max de Souza explicou que não houve informação sobre um horário para retomada.

Dessa forma o árbitro explicou que reuniu os capitães da equipe e sugeriu que retornassem ao vestiário, de modo a reaquecer e aguardar. “Não podemos deixar os jogadores por uma hora, em pé, além de ter que correr 90 minutos”, explicou.

A equipe de arbitragem, composta pelo Caio Max, além de Jean Marcio dos Santos e Lorival Cândido das Flores, também voltou para o vestiário.

Por volta das 22h o termômetro assinalava 24°C na capital de Fortaleza. No instante em que as equipes voltaram ao vestiário, os torcedores presentes passaram a entoar “vergonha”, em coro. O duelo demorou 47 minutos para começar, de fato.

Ainda de acordo com o regulamento, em caso de não resolução do problema, o jogo é remarcado para esta quarta-feira.

Problema recorrente

Não é a primeira vez e tampouco a segunda que a Arena Castelão apresentou situação semelhante. Administrada pelo Governo do Estado do Ceará, a estrutura já apresentou problemas idênticos em outras cinco oportunidades.

Em uma delas, diante do Palmeiras, nessa edição da Série A.

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