As suspeitas de um treinador de futebol na África podem fazer com que a Copa do Mundo de 2022 tenha na sua história um caso de polícia. Isso porque existem suspeitas de que jogadores de Guiné-Bissau foram envenenados antes do duelo contra Marrocos. Obrigados a entrar em campo, eles foram goleados pelos marroquinos por 5 a 0 em Rabat.
Guiné-Bissau sofreu com envenenamento – Foto: DivulgaçãoJoão Moreira Silva, treinador de Guiné, resolveu ir a público pouco antes do jogo para acusar uma situação de envenenamento, que ocorreu no hotel. A revolta dele se deve ao fato de a Fifa ter determinado que os visitantes atuassem.
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SeguirAo todo 25 membros da delegação tiveram que ser conduzidos ao hospital pouco depois do jantar na véspera do confronto.
Nas redes sociais ele postou: “Os 25 jogadores da Guiné Bissau tiveram que receber tratamento hospitalar em Marrocos. Hoje, amigos, sinto-me verdadeiramente envergonhado do que nos aconteceu aqui em Rabat (Marrocos). Tivemos que receber tratamento hospitalar porque no jantar de ontem nos colocaram qualquer coisa na comida que fez com que todos os jogadores vomitassem (alguns sangue) e tivessem diarreia”.
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O treinador escreveu antes do jogo que os 12 milhões de dólares (mais de R$ 60 milhões) que rendem a participação da seleção africana em uma Copa do Mundo pesaram na decisão de autoidades médicas do Marrocos liberarem os atletas para o jogo.
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“Os jogadores e a Guiné Bissau merecem respeito e tudo isto acontece porque estamos em primeiro lugar na classificação ao Mundial e estão em causa 12 milhões de dólares. UMA VERGONHA”, lamentou finalizando seu potesto.