Depois de mais uma derrota do Avaí na Série A, 3 a 0 para o Palmeiras, em São Paulo (SP), o técnico Lisca concedeu entrevista onde assumiu “sua parte” que é de não tirar “mais nada” da equipe desde sua chegada a Florianópolis.
Lisca assumiu sua responsabilidade diante da situação do Avaí, mas ponderou que trata-se de um contexto que “já estava” ao chegar em Florianópolis. “Quando eu cheguei o Avaí já estava na zona do rebaixamento”, analisou.
Lisca precisa do Avaí, assim como o Avaí precisa do Lisca – Foto: Léo Piva/Mafalda Presse/NDO comandante, no entanto, admitiu que não tem conseguido “arrancar nada mais” da equipe. Em mais de uma oportunidade, inclusive, Lisca repetiu o fato de que o Avaí “já estava sem ganhar”, diante de sua chegada.
SeguirDepois de vencer na sua estreia, contra o Atlético-MG, Lisca emendou seis derrotas seguidas em um aproveitamento, segundo o próprio profissional, “pior da sua carreira de 33 anos”.
O Avaí jogou diante do Palmeiras, no Allianz Parque e diante de 44 mil pessoas, tomou 3 a 0 ao natural. Scarpa, Dudu e Vanderlan marcaram para o quase campeão brasileiro.
Permanência no cargo
Ao ser questionado pelo ND+, sobre a permanência no cargo, Lisca revelou que a pergunta “deve ser feita a direção”. O comandante azurra, mais uma vez, repetiu sua parcela de responsabilidade, mas voltou a lembrar que o cenário, no Avaí, já era esse quando ele chegou.
Até a publicação da matéria não havia nada no sentido de saída de Lisca do comando Azurra.
Questionado, também, sobre onde e como acreditar na fuga do Z4, o técnico falou sobre os “confrontos diretos” que o time tem pela frente, incluindo, o decisivo jogo diante do Cuiabá, em Mato Grosso.
Baixas no Avaí
O goleiro Vladimir, que tomou o seu 3º cartão amarelo, será desfalque certo diante do Cuiabá, na próxima quinta-feira (27). Quem também deve ficar de fora é o atacante Potkker que sofreu uma lesão, ainda na primeira etapa, onde dificilmente será opção para os próximos jogos.