Tite avalia grupo do Brasil na Copa e fala sobre preparação: ‘agora é outra realidade’

Grupo da seleção brasileira foi definido em sorteio no início da tarde desta sexta-feira (1º); ND+ acompanhou o evento in loco

Foto de Diogo Maçaneiro, enviado especial

Diogo Maçaneiro, enviado especial Doha, Catar

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“Agora é uma outra realidade”, dessa maneira o técnico da seleção brasileira, Tite, definiu a “virada de chave” para a Copa do Mundo do Catar. O treinador conversou com a imprensa na zona mista após o sorteio que definiu o grupo do Brasil no Mundial.

Tite falou com a imprensa após o sorteio – Foto: Diogo Maçaneiro/NDTite falou com a imprensa após o sorteio – Foto: Diogo Maçaneiro/ND

“Temos oito, nove meses até o fim do ano para confirmar uma equipe, consolidar um trabalho, para que os atletas possam estar individualmente em sua melhor condição”, disse o comandante brasileiro.

“Vamos fazer um trabalho de acompanhamento com os atletas, que talvez para o torcedor não apareça. Algo voltado para a parte física, médica, mental, claro, respeitando o clube do jogador. Além disso, ainda temos jogos de preparação para o Mundial”, completa.

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Questionado se já conhecia os adversários do grupo, Tite lembrou que o Brasil já enfrentou Sérvia e Suiça em 2018. “Primeira reação que eu tive foi: ‘opa, novidade não vai ser'”. Particularmente tive esse sentimento”, confessa o treinador.

“Mas agora teremos tempo pra nos aprofundarmos, temos um grupo de trabalho para isso. Vamos ficar de olho em todas as seleções”, explica.

Possibilidade de convocar 26 jogadores e amistosos

Tite ainda se mostrou favorável a possibilidade da convocação de 26 jogadores para o Catar. Normalmente, apenas 23 eram chamados. “Estratégicamente temos usado isso [26 jogadores], o grupo de jogadores absorveu isso bem”, disse o técnico.

Questionado sobre a possibilidade de marcar amistosos contra equipes europeias durante o período de preparação, a comissão técnica do Brasil explicou que “existe a vontade”, porém, o calendário das seleções europeias complica a situação.

“Nossa vontade é sempre jogar com eles. O problema é que a agenda deles está sempre cheia. Tem Nations League em junho e setembro. Ainda vamos definir a quantidade de amistosos que faremos”, explica.

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