Torcedor do Figueirense vive ‘novas’ e ‘velhas’ experiências no 1º encontro com o time em 2024

Jogo contra o JEC trouxe primeiras experiências de entretenimento ao torcedor do Figueirense fora de campo; dentro de campo, faltou futebol

Foto de Ian Sell

Ian Sell Florianópolis

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É possível dizer que o torcedor viveu um misto de novas e velhas experiências no primeiro encontro com o time na noite desta quarta-feira (25). O Alvinegro ficou no empate por 1 a 1 com o Joinville no estádio Orlando Scarpelli.

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    Com o novo horário da abertura dos portões, torcedores do Figueirense chegaram logo cedo ao estádio Orlando Scarpelli - Ian Sell/ND
    Com o novo horário da abertura dos portões, torcedores do Figueirense chegaram logo cedo ao estádio Orlando Scarpelli - Ian Sell/ND
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    Torcedores do Figueirense no Orlando Scarpelli - Ian Sell/ND
    Torcedores do Figueirense no Orlando Scarpelli - Ian Sell/ND

As novidades, como já anunciadas pelo CEO da Saf do clube, Enrico Ambrogini, em entrevista ao ND Mais, os portões abertos uma hora mais cedo, a música ao vivo e o chopp em dobro. Formas de trazer ao torcedor uma “experiência extra” no Orlando Scarpelli.

O movimento maior dos pouco mais de 4 mil torcedores passou a se intensificar por volta das 19h, uma hora antes do início da partida.

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Especialmente a música ao vivo agradou, um bom número de torcedores se reuniram no local, no setor das cadeiras cobertas para acompanhar antes de a bola rolar.

Ambiente com música ao vivo agradou os torcedores do Figueirense – Foto: Ian Sell/NDAmbiente com música ao vivo agradou os torcedores do Figueirense – Foto: Ian Sell/ND

“Gostei das ações da diretoria, isso [música ao vivo] só agrega a experiência”, disse um torcedor ao passar pela reportagem.

“Velhas experiências” dentro de campo

Cerca de 30 minutos antes de a bola rolar, o aposentado Edir Carvalho Damazio parecia prever que seria necessário uma “dose extra” de paciência ao torcedor quando a bola começasse a rolar.

Torcedores do Figueirense no estádio Orlando ScarpelliEdir e a esposa, Rose Damazio, vieram de Imbituba para acompanhar o jogo do Figueirense – Foto: Ian Sell/ND

“A gente tem esperança que as coisas mudem com essa nova gestão. Quem vem para cá não pode mais brincar com o Figueirense, o erro precisa ser zero”, afirmou ao ND Mais.

“Mas entendo também que será necessário ter paciência. O recomeço é assim, difícil, a força precisa vir da arquibancada. Temos que apoiar”, completa.

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    Abertura dos portões aconteceu uma hora mais cedo - Ian Sell/ND
    Abertura dos portões aconteceu uma hora mais cedo - Ian Sell/ND
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    Torcedores do Figueirense no Orlando Scarpelli - Ian Sell/ND
    Torcedores do Figueirense no Orlando Scarpelli - Ian Sell/ND

Faltou futebol ao Figueirense dentro de campo

Dentro de campo, o Figueirense não conseguiu sair de um empate contra o Joinville. A equipe visitante saiu na frente, o Furacão empatou com Guilherme Pato logo no início da segunda etapa, porém, mesmo com o adversário tendo dois jogadores expulsos, não conseguiu vencer a partida.

A paciência da grande maioria dos 4.666 torcedores, que é preciso ressaltar, incentivaram o time durante a maior parte do jogo, se transformou em vaias no apito final do árbitro.