Goleiro Bruno – Foto: Reprodução/YouTubeO goleiro Bruno, ex-Flamengo que cumpriu pena no presídio por ter mandado assassinar a mãe do seu filho, continua sendo uma presença indigesta na sua tentativa de retomar a carreira de atleta. No início deste ano, o Operário do Mato Grosso após anunciar a sua contratação teve que desistir, por causa da repercussão e da fuga dos patrocinadores.
Nesta semana, foi a vez do Rio Branco do Acre divulgar a contratação do ex-preso. As consequências negativas surgiram logo de cara: o encerramento do contrato do principal patrocinador e o pedido de demissão da treinadora do time feminino, Rose Costa.
É só começo…
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É evidente que quem cumpre sua pena merece a chance e a possibilidade de um recomeço na vida. “Ah, mas o tempo que ele ficou no presídio, foi pouco”, ok, isso até se discute, mas aí o que tem que mudar é o código civil e sistema presidiário.
Disto isto, Bruno, injustamente ou não, está livre para trabalhar. E aí é que está o problema. O seu trabalho é público, ou seja, ele vira e acaba virando uma influência entre os jovens, entre os torcedores. Portanto, na minha avaliação, que o Bruno seja feliz, que busque a sua paz, mas se possível longe da profissão de goleiro. Até porque quando estava no auge como atleta de futebol, ele ignorou a sua imagem de ídolo para praticar um odioso crise.
Que todos os clubes que anunciem o Bruno, sofram perdas e tenham prejuízos.