A Chapecoense decepcionou mais uma vez. Depois de seis finais consecutivas no estadual, agora são duas eliminações seguidas nas quartas de final para clubes de menor expressão.
Barra venceu a Chapecoense de virada e ficou com a classificação – Foto: Julia Galvão/BFC/Divulgação/NDNão adianta terceirizar a culpa, a Chapecoense tropeçou nas próprias pernas. Como ficou claro, não era apenas uma questão de vontade. Faltou futebol.
Com Argel Fuchs, pouca coisa evoluiu em relação ao que vinha sendo apresentado com Bruno Pivetti.
SeguirExistem lacunas no elenco, o que é natural, uma vez que o clube não tem recursos financeiros para competir no mercado.
A pressão sobre Alarcon Pacheco começa a aparecer, mas vale lembrar que ele não toma as decisões sozinho no clube.
Pelo contrário, a decisão é sempre coletiva dentro da diretoria. Colocar toda a culpa em uma pessoa é apenas “jogar para a torcida”.
Foi assim com a demissão de Bruno Pivetti. Caso Alarcon seja demitido será assim também.
Agora é hora de ter paciência e colocar a cabeça no lugar para avaliar. No futebol, vence quem confia no planejamento.
Vários jogadores do grupo têm condições de encarar uma Série B, colocar todos no mesmo balaio é um equívoco.
Porém, é nítido que a Chapecoense precisa de cinco a sete peças para chegarem com status de titular. E isso estava planejado pela diretoria.
O trabalho será árduo a partir de agora.