O ditado oficial é “clássico não se joga, se vence”, mas quando o clássico é o maior do futsal brasileiro, todo mundo quer vencer e, no final, quem ganha é o torcedor.
JEC Futsal e Jaraguá protagonizaram um grande jogo na tarde deste domingo (5) – Foto: Juliano Schmidt/JEC Futsal/Divulgação/NDNa tarde deste domingo (5), JEC Futsal e Jaraguá protagonizaram mais um grande jogo, daqueles que provam, mais uma vez, que o clássico catarinense é o maior do Brasil. No placar, 4 a 4, em quadra, um duelo com todos os ingredientes: rivalidade, gols, troca de liderança, recuperação, goleiro linha e muita emoção.
Para o Jaraguá, valeu como uma vitória. Depois de ver o placar desfavorável em 4 a 2, buscou o empate. Para o JEC Futsal, um empate que fez o time terminar a primeira fase com a invencibilidade garantida, mas também com a sensação de que a vitória escorreu pelas mãos.
SeguirDaniel Shiraishi, Igor Costa, Caio e Chrystian anotaram os gols tricolores. Felipe, Nenê, Di Maria e Eka os aurinegros. Apesar de o gol do pivô e ex-tricolor Eka ter contado com o desvio de Andrei.
O Tricolor termina na liderança, invicto, com uma campanha de seis vitórias e um empate. O Jaraguá ainda tem jogos por fazer antes que o Estadual entre na fase quadrangular e tem, ainda, a decisão da Copa do Brasil no horizonte.
Depois de sair perdendo e com desfalques, o JEC Futsal conseguiu buscar o placar, abrir vantagem, mas novamente cometeu alguns erros que são recorrentes e viu o Jaraguá fazer valer a força da sua casa para garantir o ponto na Arena Jaraguá. Entre as falhas, a demora para recompor o setor defensivo cedeu chances e o crescimento do time jaraguaense.
Agora, resta ao Tricolor aguardar as datas da FCFs (Federação Catarinense de Futebol de Salão) que deve definir os jogos do quadrangular na segunda quinzena de setembro.
Todas as camisas do JEC Futsal tinham o nome de Janaína Coelho – Foto: Juliano Schmidt/JEC Futsal/Divulgação/NDSe com a bola rolando o clássico foi gigante, na camisa tricolor mais uma mostra do tamanho do JEC Futsal. Nas costas de cada jogador, um nome: Janaína.
O Tricolor homenageou Janaína Coelho, esposa do capitão Xuxa, que morreu em agosto, vítima da Covid-19. Um gesto que mostra a sensibilidade do time em um momento delicado da vida de seu capitão. Afinal, o time é um time. Dentro e fora de quadra.