VÍDEO: Partida de futsal em SC termina em pancadaria entre 80 pessoas

Polícia Militar teve dificuldades para conter uma briga generalizada devido ao número de envolvidos; duas pessoas foram presas

Foto de Redação ND

Redação ND Florianópolis

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Ao menos duas pessoas foram presas na noite da última sexta-feira (2), em Rio Negrinho, no Planalto Norte de Santa Catarina, após briga generalizada envolvendo 80 pessoas ao final de uma partida de futsal, válida pelo campeonato municipal local.

Polícia militar precisou intervir – Foto: Divulgação/NDPolícia militar precisou intervir – Foto: Divulgação/ND

A ocorrência foi atendida por policiais da 2ª Companhia do 23º BPM (Batalhão da Polícia Militar), após um jogo do campeonato municipal de futsal realizado no Ginásio de Esportes José Brusky Júnior.

A confusão só não foi maior pois havia polícia no local, mas o alto número de envolvidos dificultou a ação e identificação das pessoas. A briga, segundo a ocorrência registrada pelos policiais, teve início no vestiário e envolveu jogadores e torcedores.

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Foi nesse momento que 80 pessoas, pelo menos, se envolveram em grande confusão. A PM tentou conversar e até acalmar envolvidos, mas não obteve êxito, sobretudo, pelo número de envolvidos. De acordo com o boletim repassado os policiais usaram “de equipamentos de menor potencial ofensivo para cessar a briga e impedir que os envolvidos atirassem objetos nas guarnições.

Veja os vídeos

Confusão envolvendo jogadores e torcedores em Rio Negrinho – Vídeo: Divulgação/ND

Confusão foi registrada entre torcedores e jogadores – Vídeo: Divulgação/ND

Ainda segundo o B.O, dois homens começaram a proferir palavras de baixo calão aos policiais, além de desobedecer ordens. Os dois homens, que não tiveram suas identidades reveladas, foram detidos.

A PM informa que devido ao número de envolvidos na confusão não foi possível identificar mais pessoas.

Os dois homens detidos foram levados até a DPPA (Delegacia de Pronto Atendimento) onde, após serem interrogados, foram liberados. Eles deverão responder o inquérito por “desacato”, em liberdade.

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