Acompanhe ao vivo a evolução da ‘piscina natural’ no mar da praia Central de Balneário Camboriú

Devido a erosão, novos degraus e água calma fazem mar lembrar ‘piscina’; novas obras buscam amenizar situação

Foto de Redação ND

Redação ND Itajaí

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Nos últimos dias, as areias da praia Central de Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, voltaram a ser assunto por conta do aparecimento de novos “degraus” na orla. O mar ficou semelhante a uma “piscina natural” na Barra Sul, próximo ao molhe, por conta da erosão.

Piscinas naturais se formaram na Barra SulCâmeras ao vivo mostram como está a situação das “piscinas naturais” – Foto: PMBC/Reprodução/ND

O processo, já previsto pelos responsáveis pela obra de alargamento pela faixa de areia, foi registrado e viralizou nas redes sociais.

Através de um site da própria prefeitura de Balneário Camboriú, é possível acompanhar a praia Central ao vivo, a partir de diversas câmeras espalhas pela orla, e acompanhar a evolução do fenômeno.

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Clique aqui para acessar as câmeras de monitoramento da praia.

‘Piscina natural’ chamou a atenção

O mar virou praticamente uma piscina em um trecho da praia Central nesta semana. Isso porque a erosão da areia formou uma “borda” ou um “degrau” que dá direto para o mar calmo.

A cena chamou atenção de moradores e de internautas. Mas, ao contrário do que pode parecer, esse fenômeno já era esperado pelos responsáveis pela obra de alargamento da faixa de areia.

Desde que ficou pronta, o trecho da Barra Sul já perdeu cerca de 70 metros – justamente o que havia sido feito “a mais”. A erosão, já esperada, acontece pela ação normal do mar.

Para evitar mais erosão ainda, tubos geotêxteis cheios de areia devem ser colocados no trecho. A obra de contenção é avaliada em R$ 3 milhões e deve durar três meses.

O engenheiro Rubens Spernau explica que “a empresa [responsável pela modelagem da obra] já havia detectado uma erosão acentuada na região, por isso colocamos uma quantidade a mais de areia e agora, colocaremos tubos geotêxteis cheios de areia”.

Um dos motivos da erosão no setor sul tem relação com os ventos e até com o molhe, construído para criar o canal de navegação do Rio Camboriú. e que também serve como contenção do aterro.