A Aemflo e a CDL de São José identificaram gargalos e redução do ritmo das obras do Contorno Viário da BR-101 na Grande Florianópolis. Também culpam a burocracia e a falta de compromisso da Autopista Litoral Sul com as empreiteiras contratadas, que vêm ocasionado uma série de problemas como: a desistência das empreiteiras na continuidade das obras, desmobilização de trabalhadores e redução considerável do ritmo das obras do Contorno Viário.
Atraso traz incontáveis prejuizos para SC – Foto: DivulgaçãoNota divulgada pelas duas entidades enfatizam: “Os resultados são sempre pagos pelo cidadão que mora e transita na região. Atraso no desenvolvimento econômico e na qualidade de vida da população são as maiores dificuldades acarretadas pela demora de mais de 10 anos. A Camargo Corrêa desmobilizou os trabalhadores. Desde o final do ano até este momento com as obras totalmente paralisadas em alguns trechos que eram realizados pela empreiteira.” Na sequência relatam o histórico triste da rodovia: “As obras de construção inicialmente estavam previstas para serem entregues em 2012. Em 2013, foi feito novo trajeto do contorno e foi necessário recomeçar o trabalho. A previsão é que devem ser concluídas até o fim de 2023. Na construção inicial não havia nenhum túnel previsto, porém com o novo caminho foi preciso projetar quatro túneis. Com isso o custou da obra aumentou em torno de R$ 1 bilhão. O novo contrato estabelece prazo final até três anos.”