‘Cheiro de coisa morta’: moradores reclamam de terreno com itens acumulados em Florianópolis

Com chão cheio de lixo e materiais acumulados, local exala odor à distância; proprietário recebeu funcionários da prefeitura com agressividade

Foto de Ana Schoeller

Ana Schoeller Florianópolis

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Moradores da Servidão Aranhas, no Rio Vermelho, relatam que há um ano sentem rotineiramente um cheiro de “coisa morta” vindo de uma casa no local. Com chão cheio de lixo e materiais acumulados, o local exala o odor à distância.

Nicolle Moraes, de 24 anos, é vizinha do local, e conta que já foram feitas denúncias à prefeitura, porém “um órgão joga a responsabilidade para o outro”, reclama.

Local emana cheiro de podre à distância – Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal/NDLocal emana cheiro de podre à distância – Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal/ND

“Estamos com medo de ter dengue neste lugar. O cheiro de podre é muito forte”, relata.

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Segundo a moradora, há cerca de um ano, o morador do local ateou fogo à sua própria residência. “Ele mora lá e leva lixo todos os dias”, desabafa.

O que diz a prefeitura

Questionada, a Vigilância em Saúde de Florianópolis relatou que já esteve no local para realizar inspeções. No entanto, os profissionais foram ameaçados e o proprietário agiu com violência. Sendo assim, não foi possível fazer nenhum tipo de orientação ao morador.

A vigilância se comprometeu a conversar com outros órgãos municipais e, se preciso, com a Polícia Militar, para tentar abordar o residente no local.

Confira o vídeo do local:

Local acumula lixo e entulho – Vídeo: Divulgação/Arquivo Pessoal/ND

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