O caso do teto retrátil do Mercado Público de Florianópolis é emblemático de como o dinheiro público pode ir pelo ralo por conta de processos mal conduzidos, projetos frágeis e falha na fiscalização.
Entregue em junho de 2016, ao custo de R$ 4,2 milhões, o teto automatizado funcionou pouco tempo e ficou às moscas, resultado da inoperância.
Teto retrátil do Mercado Público de Florianópolis – Foto: Leo Munhoz/NDResumo da ópera: além de não receber o que anunciado, o contribuinte vai ter que pagar pelos reparos necessários e, depois, novamente pela instalação de outro equipamento – projeto da Secretaria de Turismo para deixar a cobertura mais adequada à arquitetura do espaço.