Diogo de Souza diogo.souza@ndmais.com.br

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Falta de mobilidade na BR-101 em SC põe autoridades competentes entre e a cruz e a espada

Falta de mobilidade foi pauta de evento realizado pela Fiesc (Federação das Indústrias de Santa Catarina) que expôs o óbvio: obras contundentes precisam ser realizadas na BR-101

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Evento realizado pela FIESC (Federação das Indústrias de Santa Catarina), na última sexta-feira (20), expôs o que a entidade entende para haver a repactuação do contrato da Arteris Litoral Sul, concessionária com contrato em vigor até 2033 e que negocia, junto ao governo federal, sua extensão até 2048.

Falta de mobilidade foi pauta na Fiesc, em evento realizado na última sexta-feira (20)Entidade informou que é favorável à repactuação e extensão do prazo de concessão da BR-101 Norte dentro do modelo sugerido pelo Ministério dos Transportes, mas precisa de obras contundentes – Foto: Filipe Scotti – FIESC/ND

Para a Federação das Indústrias, a rodovia paralela à BR-101, em uma conexão de 144 quilômetros entre Joinville e o início do Contorno Viário da Grande Florianópolis, é indispensável sob pena da mobilidade da rodovia travar.

Por cima fala-se em uma obra de mais de R$ 9 bilhões com um prazo de quatro anos para conclusão. É uma decisão dura, mas cada vez mais urgente.

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    FIESC apresenta proposta para resolver principais gargalos das BRs 101 Norte e 116 em SC - José Somensi Fotografia/ND
    FIESC apresenta proposta para resolver principais gargalos das BRs 101 Norte e 116 em SC - José Somensi Fotografia/ND
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    BR-101 próximo a entrada Sul do Contorno Viário; existem desafios a serem superados - Germano Rorato/ND
    BR-101 próximo a entrada Sul do Contorno Viário; existem desafios a serem superados - Germano Rorato/ND

Se ainda não houver o entendimento para tamanha intervenção, é preciso (coragem e) levar em consideração outro trecho, o Morro dos Cavalos, que comprovadamente requer uma via alternativa e de melhor fluxo.

O tempo está passando e as autoridades competentes precisam tomar esse remédio que é amargo, mas cada vez mais inadiável.