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Minha Casa, Minha Vida: veja para onde vão as 192 unidades habitacionais, em Florianópolis

Prefeitura de Florianópolis revelou o local contemplado com as 192 unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida; confira mais detalhes

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A Prefeitura de Florianópolis revelou o local contemplado com as 192 moradias do Minha Casa, Minha Vida: será no Alto da Caeira, na ligação entre o Morro da Cruz e o Saco dos Limões.

Local do Minha Casa, Minha Vida, em FlorianópolisAlto da Caeira, entre o Morro da Cruz e o Saco dos Limões, em Florianópolis; local foi invadido em 2019 e agora vai receber 192 unidades habitacionais – Foto: Diogo de Souza/ND

As unidades habitacionais serão construídas ao lado da creche Evandro de Sousa, na rua General Vieira da Rosa. O espaço foi invadido em 2017 e, atualmente é denominado “Comunidade Marielle Franco”.

A prioridade, segundo repassado pelo prefeito Topázio Neto (PSD), será das pessoas que já estão na região. Os beneficiados ocupam a Faixa 1 do programa, que prevê uma renda familiar bruta de até R$ 2,6 mil.

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O município arca com o terreno, que é cedido a União, além de custear espaços em comum do prédio como área de esporte e salão de festas. O Governo Federal, dessa forma, arca com R$ 170 mil em cada uma das unidades habitacionais.

A expectativa é que as obras comecem ainda no primeiro semestre e sejam concluídas em até dois anos.

Moradias populares em Florianópolis

As casas serão construídas ao redor da creche Evandro de Sousa, nas partes mais planas do terreno que é íngreme em diferentes partes.

As próximas etapas acontecem com assinatura do contrato com a Caixa Econômica Federal e a licitação para definir a construtora responsável.

As famílias contempladas ainda ficarão sob guarda do aluguel social até que a obra seja concluída.

Mais unidades habitacionais

Florianópolis não tem investido em moradias populares, ao menos, há cinco anos. O último conjunto de habitações populares foi entregue em 2019, com o residencial Ponta do Leal, com 88 unidades.

A estimativa é que, atualmente, haja um déficit de mais de 10 mil unidades habitacionais, na Capital.

Questionado, Topázio mencionou a intenção do Executivo em abrir, ao menos, 900 unidades e já há, inclusive, terrenos públicos mapeados pela cidade.

Ele lembra, no entanto, que é preciso contar com o aval do Governo Federal para dar vida ao projeto.

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