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Mobilidade: o que você precisa saber sobre as cidades de 15 minutos

Conceito popularizado em Paris é aplicado em outras cidades do mundo, inclusive em Florianópolis, facilitando a mobilidade urbana e oferecendo mais qualidade de vida

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Para que as cidades de 15 minutos realmente funcionem, é necessário pensar em uma infraestrutura que funcione para todos os moradores – Foto: DivulgaçãoPara que as cidades de 15 minutos realmente funcionem, é necessário pensar em uma infraestrutura que funcione para todos os moradores – Foto: Divulgação

E se você morasse em um bairro onde tivesse acesso a tudo o que precisa, com facilidade e rapidez, levando apenas 15 minutos? Essa já tem sido a realidade de muitas cidades. Inclusive, o conceito tem sido aplicado nas principais capitais do mundo, até mesmo em Florianópolis.

O conceito de cidade de 15 minutos foi popularizado por Anne Hidalgo, prefeita de Paris. Ele tem a ver com a possibilidade de estudar, trabalhar, se divertir e resolver as pendências do dia a dia em uma distância de apenas 15 minutos de caminhada, contando a partir da saída de casa até a chegada aos estabelecimentos.

O intuito é que as cidades tenham um planejamento policêntrico, em que os bairros sejam o suficiente para os moradores, e que não haja mais um centro único, em que as pessoas precisem se deslocar até ele para resolverem suas pendências.

Quais são os benefícios das cidades de 15 minutos?

O conceito das cidades de 15 minutos foi criado pelo urbanista Carlos Moreno, professor da Universidade de Sorbonne, em Paris, e traz um sistema novo de organização urbana. O especialista em cidades inteligentes acredita que esse modelo seja fundamental para a redefinição de bem-estar, já que dessa forma as pessoas teriam acesso a tudo o que precisam com rapidez, facilidade e autonomia.

Entre os benefícios estão a melhora da mobilidade urbana, sem que haja perda de tempo com deslocamentos diários para trabalhar, estudar, ir ao supermercado, encontrar os amigos, entre outros afazeres do cotidiano.

Essa facilidade acaba melhorando o bem-estar das pessoas, que podem usar o tempo extra para cuidarem mais de si e de sua saúde, sem se preocupar tanto com o tempo perdido no trânsito, deslocamentos, e atrasos em decorrência disso.

Fora que, além disso, também há uma economia no orçamento de cada pessoa – já que ela não precisará usar o carro, podendo usar mais o transporte público, fazer uma boa caminhada pelo bairro ou, ainda, andar de bicicleta para resolver seus afazeres. Consequentemente, com menos carros nas ruas, o meio ambiente também acaba ganhando.

A estrutura das cidades de 15 minutos

Para que as cidades de 15 minutos realmente funcionem, é necessário pensar em uma infraestrutura que funcione para todos os moradores. O transporte público precisa ser de qualidade e uma boa escala de funcionamento; também há a necessidade de ciclovias, de mais faixas de segurança para os pedestres e de um cuidado maior com a iluminação das ruas, para que as pessoas se sintam mais seguras ao andar por elas.

Além disso, o desenvolvimento das cidades de 15 minutos devem se atentar a quatro pontos principais: proximidade, diversidade, densidade e ubiquidade.

Ou seja, tudo precisa estar próximo dos moradores, é necessário que haja pessoas o suficiente para apoiar o empreendedorismo na região, o uso do solo deve ser misto para fornecer mais variedade de amenidades urbanas nas proximidades e os bairros devem estar disponíveis e acessíveis para qualquer um que deseje morar nele.

O futuro das cidades de 15 minutos no Brasil

Ainda não há, oficialmente, cidades brasileiras de 15 minutos. Porém, há muitos municípios que já adotam iniciativas parecidas, para desenvolver melhor seus bairros e descentralizar as pessoas.

Exemplo disso é o plano diretor da cidade de São paulo, que já conta com incentivos a fachadas ativas, à moradia no centro, entre outras. Isso sem contar nas ciclofaixas e em projetos que estimulam os moradores a andarem nas principais avenidas da cidade no domingo, para aproveitarem o que tem de melhor.

Em Florianópolis esse movimento também é perceptível. Hoje em dia, muitos bairros da Capital, como Canasvieiras, Ingleses e até a região da SC-401, por exemplo, já têm se tornado seus próprios centros, sem que os moradores precisem ir até a região central da cidade para pagarem suas contas e fazerem compras, por exemplo.

Hoje a SC-401 conta com empresas de diversos segmentos, além de faculdades, escolas, supermercados, bancos, restaurantes e até um shopping center – o que facilita consideravelmente a vida dos moradores e visitantes.

Piemonte Unna Residence – Foto: DivulgaçãoPiemonte Unna Residence – Foto: Divulgação

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