Dois editais de licitação foram lançados, na última quarta-feira (13), visando novas obras de reforma na estrutura de duas das três principais pontes de ligação entre a ilha e a parte continental de Florianópolis.
Pontes Colombo Salles e Pedro Ivo Campo são as principais vias de acesso para a Ilha de Santa Catarina – Foto: Leo Munhoz/NDAntes disso, as pontes passaram por obras de reforço estrutural em seis blocos, sendo três na Pedro Ivo Campos e três na Colombo Salles, que estavam em estado crítico e ameaçadas de provocar um colapso. Agora, o governo estadual contratará uma empresa para reforma dos outros 12 blocos.
De acordo com a SIE (Secretaria de Infraestrutura do Estado), a estrutura não está no mesmo estado crítico das reforçadas na primeira etapa, mas necessitam do cuidado.
SeguirO segundo edital de licitação prevê a recuperação do asfalto na ponte Colombo Salles Machado, principal saída da Ilha de Santa Catarina.
Ambos os documentos receberão propostas das empresas interessadas pelos serviços até 14h30 de 11 de novembro. Em seguida, o governo estadual fará avaliação e escolherá o de menor valor, conforme definido no edital de licitação.
Ainda segundo o SIE, não tem prazo definido para o começo das obras, mas a expectativa é que se inicie até dezembro, especialmente a etapa de reforma dos blocos.
Primeira etapa das obras de manutenção
As duas principais vias de acesso para a Ilha de Santa Catarina passaram por uma reforma pela primeira vez nas estruturas para correção de problemas que ameaçavam um colapso das travessias.
Pontes que fazem a ligação entre a Ilha de SC e o Continente estavam em situação crítica por falta de manutenção – Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/Secom/NDAs obras completaram dois anos em fevereiro deste ano e já percorreu as estruturas de ponta a ponta com limpeza, tratamento da ferrugem e pintura. Elementos importantes, como as juntas de dilatação, foram trocados
A parte mais delicada dos trabalhos foi nas estruturas de sustentação, onde a degradação em alguns pontos era grave e justamente onde mais havia risco de colapso. São 32 pilares entre as duas pontes, e todos eles passaram por algum tipo de reparo.