‘Trincas no pavimento’ interrompem parcialmente a BR-376 há três meses

Trecho no km 664, em Guaratuba, apresenta fluxo parcial depois que uma queda de barreira, em outubro de 2021, desestruturou o pavimento que nunca mais foi o mesmo

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Redação ND Florianópolis

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Está prestes a completar três meses um problema originado na BR-376, na pista da esquerda do sentido Norte, na altura do km 664, em Guaratuba (PR).

Um deslizamento de terra ocorrido em 31 de outubro de 2021, devido ao excesso de chuvas da região e da época, segue oferecendo transtorno aos condutores que ocupam a rodovia, no sentido Curitiba (PR).

Trecho da BR-376, sentido Norte, que apresenta interrupção parcial e não tem data para ser consertado – Foto: Arteris Litoral Sul/divulgação/NDTrecho da BR-376, sentido Norte, que apresenta interrupção parcial e não tem data para ser consertado – Foto: Arteris Litoral Sul/divulgação/ND

A concessionária responsável pelo trecho, Arteris Litoral Sul, informa que essa condição não traz prejuízo para o fluxo uma vez que não registra “retenção de fluxo”, mas o fato é que o problema persiste e, conforme repassado, não tem data para ser concluído.

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“Trincas no pavimento”

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) disponibiliza, em seu site, um boletim diário que informa os problemas oriundos das intempéries em seus trechos sob concessão privada.

Um deles consta o trecho da BR-376 que segue parcialmente interditada “por precaução após detecção do aumento de trincas no pavimento preexistentes”.

Alerta consta no site da agência que monitora a situação diariamente – Foto: ANTT/divulgação/NDAlerta consta no site da agência que monitora a situação diariamente – Foto: ANTT/divulgação/ND

Ainda de acordo com a agência, o pavimento está passando por monitoramento a fim de mapear a origem das ranhuras que, dessa forma, já compromete o trânsito há quase três meses.

Trecho chegou a ser liberado

Depois do problema diagnosticado no último dia de outubro, em 2021, o local passou por obras e chegou a ser liberado em 27 de dezembro. O detalhe é que as ranhuras voltaram a aparecer no local e, mais uma vez, precisou ser interditado para o retorno dos trabalhos.

Ainda de acordo com o que foi repassado pela concessionária responsável, via assessoria de imprensa, é que os trabalhos seguem para a conclusão ainda sem data prevista.

A ideia é que “nos próximos dias” um novo prazo seja decretado a partir da confirmação da origem do problema no pavimento.

Outro ponto que ainda deve influenciar é o clima já que a região, caracterizada por ser bastante úmida também por apresentar condição serrana, também deverá ser mais um obstáculo.

O fluxo, conforme repassado, segue “normalmente” pelas pistas dois e três do trecho onde a velocidade máxima permitida é de 60 km/h.

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