A duplicação e revitalização da rua Deputado Antônio Edu Vieira e da avenida Professor Henrique da Silva Fontes, em Florianópolis, estão avançando. As obras foram tema de uma reunião entre o reitor da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), professor Irineu Manoel de Souza, e o prefeito, Topázio Neto. Juntos, eles discutiram a aplicação de políticas públicas ao redor do campus universitário.
Obras seguem em ritmo acelerado na rua Antonio Edu Vieira. Foto: – Foto: Flavio Tin/Arquivo/ND“No encontro, a gestão municipal dispôs-se a criar um convênio com a reitoria para adotar as melhores soluções para a mobilidade viária na região, especialmente as obras da rua Deputado Antônio Edu Vieira e as contrapartidas do poder público municipal”, comunicou a UFSC.
Ainda conforme a universidade, a principal pauta da reunião foram os prazos para a entrega da obra de duplicação da rua, que pretende melhorar o fluxo de veículos e pedestres no entorno do campus. No local serão construídas ciclovias, passeios e as alças de acessos receberão melhorias.
De acordo com a prefeitura, a entrega da obra deve acontecer no início do próximo ano, antes do começo do primeiro semestre letivo de 2023.
Problemas de mobilidade“A universidade tem uma inteligência enorme que a cidade não vem aproveitando. É importante trazer projetos que utilizem essa inteligência”, ressaltou Topázio Neto, enquanto apresentava ao reitor propostas da prefeitura em relação à implantação de ciclovias, calçadas e a revitalização de ruas e avenidas no entorno da universidade.
A prefeitura acenou que cumprirá sua parte no termo de cessão da área com a construção do novo prédio do CDS (Centro de Desportos), principal afetado pelo atraso na duplicação da rua Antônio Edu Vieira. O valor a ser investido ainda está em negociação, mas o projeto será analisado e reestruturado pelo Município.
“Quanto às vias internas da UFSC, a prefeitura sugeriu que a rua Delfino Conti, entre o CTC (Centro Tecnológico) e CCS (Centro de Ciências da Saúde), no bairro Trindade, tenha fluxo em mão única. Contudo, os técnicos da universidade argumentaram que em função da mudança do uso da praça da Cidadania esta estratégia deveria ser revista. O assunto seguirá em discussão”, explicou a universidade.
Confira mais informações na reportagem do Balanço Geral Florianópolis.