Quem depende do transporte coletivo em Florianópolis está sofrendo com ônibus cheios e falta de horários. As linhas foram reduzidas durante a pandemia de Covid-19, mas mesmo com a melhora nos índices na região da Grande Florianópolis, que passou do nível grave para o alto na matriz de risco estadual, nem todas foram retomadas.
Mais de 110 mil usuários passam pelo Ticen (Terminal de Integração do Centro) ou pelos terminais dos bairros da Capital todos os dias. Eles dependem do transporte coletivo, mas têm ficado na mão quando o assunto é segurança.
Usuários do transporte coletivo de Florianópolis reclamam de lotação e horários reduzidos – Foto: Cristiano Andujar/Divulgação/NDConforme o decreto estadual vigente, em regiões no nível alto como a Grande Florianópolis, o transporte coletivo urbano municipal, intermunicipal e interestadual, deve ser mantido com todas as linhas e itinerários. Ou seja, 100% da ocupação de passageiros sentados e em pé.
O problema é que, no início da pandemia, os horários foram reduzidos, algumas linhas foram alteradas e, até agora, ainda não voltaram ao normal. O Consórcio Fênix, que opera o sistema urbano da Capital, oferece atualmente cerca de 129 linhas, com 5.027 horários por dia. Antes da pandemia, eram 197 linhas, com 8.665 partidas diárias.
Com as aulas retornando ao sistema presencial e o comércio normalizado, o movimento segue aumentando. E a preocupação dos usuários também.
Cerca de 750 horários devem ser retomados em setembro
Confira o que dizem os usuários do transporte coletivo na reportagem do Balanço Geral Florianópolis!