A escritora Melanie Galeaz, de 22 anos, viralizou na internet após compartilhar com seus seguidores que havia descoberto que absorventes estavam “perdidos” em seu corpo por mais de dois anos. Melanie publicou um vídeo contando sobre o acidente, que ocorreu quando ela ainda era adolescente.
Após dois anos com dores, mulher descobre que estava com absorventes ‘perdidos’ no corpo – Foto: Getty Images/iStockphoto/NDDe acordo com o site Hugo Gloss, a jovem revelou detalhes da descoberta inusitada. O vídeo no TikTok repercutiu e já soma mais de 2 milhões e meio de curtidas e ultrapassou 25 mil comentários.
@melaniegaleaz Not my proudest moment #fyp
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Durante o relato, a jovem disse que quando era criança, foi picada por um carrapato do veado e teve todos os sintomas da doença de Lyme. “Os testes eram meio confusos se eu tive ou não a doença. Mas já que eu tinha todos os sintomas e fui picada por um carrapato do veado, os médicos me deram a medicação, me mandaram embora e eu estava bem”.
Por conta dessa incerteza, a jovem inclusive viveu uma emergência ginecológica, por conta dos sintomas serem parecidos com a doença de Lyme.
“No meu segundo ano do ensino médio, eu comecei a ter todas essas dores no meu corpo e umas coisas realmente nojentas acontecendo lá embaixo. Então, eu fui num médico, mas eu não mencionei os problemas íntimos – que eu sei que é minha culpa – mas o médico meio que estava me ignorando, estava sendo maldoso, ele era assustador, eu tinha tipo, 14 anos. Isso é realmente nojento e vergonhoso, então eu não queria lidar com isso, mas eu meio que tinha esperança de que fosse algo ligado à doença de Lyme, que eu poderia ignorar isso com a medicação e que isso passaria”, comentou.
Ao perceber que os problemas continuavam, ela decidiu procurar um outro médico. Foi nesse momento, que a jovem descobriu o que estava acontecendo. “A ginecologista suspirou de surpresa e se espantou com o que viu. Então, ela disse: Você tem absorventes presos horizontalmente embaixo do seu colo do útero. Eu fiquei tipo: o quê?”, disse no vídeo.
Mesmo surpresa, a jovem relatou que já havia acontecido de absorventes ficarem presos em seu corpo. “Durante esse período de dois anos, eu tirei um absorvente e outro veio junto com ele, e eu não tenho ideia de quanto ficou lá. Então, eu tive um dentro de mim por dois anos, um que ficou por um período desconhecido, e outro que ficou por tipo 8 horas”, finalizou.