Já pensou fazer um teste de DNA e ser ligado à vítima de um homicídio ocorrido em 1986? Essa história incomum aconteceu com a norte-americana Jackie Vadurro ao realizar o exame para verificar sua genealogia e possíveis riscos à saúde. As informações são do portal New York Post.
A jovem esperava uma ligação com o resultado do exame de DNA, mas quem ligou para ela foi a polícia. – Foto: TikTok/Reprodução/Divulgação/NDO que era para ser algo corriqueiro se transformou na maior confusão da vida de Jackie. A Tik Toker de 31 anos enviou a amostra de saliva coletada em casa para o laboratório e aguardava uma ligação com os resultados. O que a jovem nunca imaginou é que quem ligaria seria a polícia.
Na ligação, a polícia informou à mulher que o DNA dela é compatível com o de uma mulher assassinada na década de 1980, cuja identidade ainda é desconhecida e o crime nunca foi desvendado.
SeguirJackie falou sobre o fato em um vídeo nas redes sociais. “Sabia que não tinha feito nada errado, mas quando a polícia liga você diz: No que estou envolvida?”, comentou.
Qual a real ligação entre elas
Segundo a ciência, a jovem e a vítima eram primas de 2º ou 3º grau. A revelação pode finalmente desvendar o mistério da morte da mulher, identificada no processo de investigação apenas como “Fulana”.
“Ninguém informou o desaparecimento dela. Os detetives ainda não sabem sequer quem ela é”, comentou a americana.
Segundo o NY Post, a mulher foi morta vítima de um tiro no peito. Seu corpo foi abandonado à beira de uma estrada rural nas proximidades de San Diego, no estado da Califórnia.
“Eu e minha família não temos ideia de quem ela seja”, declarou Jackie.
Detetives conseguiram determinar que “Fulana” era do lado da família da mãe de Vadurro. As autoridades acreditam que a vítima de assassinato era uma filha, fora do casamento, do avô da mãe de Jackie. Acredita-se que ela tenha saído do México para tentar a vida nos Estados Unidos.
Jackie e a família disseram que vão providenciar uma lápide com o nome da falecida assim que a polícia consiga identificá-la.
“Estou feliz por poder trazer a história dela à tona e espero ajudar a pegar a pessoa horrível que a matou”, finalizou a americana.