EUA conseguem recuperar sensores e peças eletrônicas em ‘Ovni’ chinês abatido por caça e míssil

Quatro objetos voadores desconhecidos foram abatidos em cerca de uma semana e mistério intriga autoridades norte-americanas

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Redação ND Blumenau

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O exército americano divulgou nesta semana que sensores importantes e peças eletrônicas foram recuperadas em um balão chinês abatido no espaço aéreo norte-americano, em 4 de fevereiro. A informação foi confirmada pelo porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, John Kirby.

Balão gigante foi abatido no espaço aéreo norte-americano e itens eletrônicos já foram identificados – Foto: Ryan Seelbach/Marinha dos Estados Unidos/AFP/Direitos Reservados/NDBalão gigante foi abatido no espaço aéreo norte-americano e itens eletrônicos já foram identificados – Foto: Ryan Seelbach/Marinha dos Estados Unidos/AFP/Direitos Reservados/ND

Depois da queda de um balão chinês, que autoridades americanas suspeitam que seriam “espiões”, na costa oeste, os americanos já eliminaram outros três OVNIs (Objetos Voadores Não Identificados).

Os objetos foram abatidos na sexta-feira (10) e estavam sobrevoando o noroeste do Alasca; no sábado (11), sobre a região de Yukon, no noroeste do Canadá; e no domingo (12), sobre o lago Huron, no norte dos EUA.

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Desde então, informações que vazaram dão conta que os dois primeiros objetos destruídos voavam a 12 mil metros de altitude e eram do tamanho de um carro pequeno. O balão chinês seria maior, tinha o tamanho de três ônibus.

O dispositivo destruído em Yukon tinha uma forma “cilíndrica”, de acordo com Ottawa. O Pentágono o descreveu como octogonal e disse que se movia lentamente, a uma altitude de 6 mil metros.

Mistério continua

Os Estados Unidos admitiram que ainda não identificaram os outros três objetos voadores abatidos nos últimos dias e que viraram alvo de especulações, ao mesmo tempo em que negaram espionar a China com balões, como acusa Pequim.

A incerteza motivou inclusive o porta-voz da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, esclarecer, no início de uma entrevista coletiva diária, que o governo “não tem indícios de extraterrestres nem atividades extraterrestres”.

Já John Kirby, do Conselho de Segurança Nacional, admitiu que muitas dúvidas permanecem. “Não temos certeza se eram aptos a fazer vigilância ou não, mas não podemos descartar essa possibilidade”, afirmou.

*Via R7, com informações da EFE e da AFP