Joinville entra em ranking das 10 cidades mais bem preparadas para receber 5G

Levantamento destaca os municípios que oferecem a melhor infraestrutura para instalação de redes de telecomunicações, como antenas e fibra óptica

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Redação ND Joinville

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Joinville foi avaliada como uma das dez cidades mais bem preparadas para receber o 5G no país. A cidade do Norte catarinense ficou em 8º lugar no ranking. Chapecó, no Oeste do estado, também entrou na lista, ficando em 10º. A lista foi divulgada pela Conexis Brasil Digital, entidade que representa empresas de telecomunicações e de conectividade.

Joinville ficou em ficou em 8º lugar no ranking e Chapecó, em 10º – Foto: Marcello Casal Jr./Agência BrasilJoinville ficou em ficou em 8º lugar no ranking e Chapecó, em 10º – Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O levantamento, chamado Cidades Amigas do 5G, é estabelecido a partir de critérios como autorização para instalação em até 60 dias; prazo de validade da licença não inferior a 10 anos; Balcão Único (solicitações que podem ser feitas em um único órgão da prefeitura); processos e documentação claramente definidos; e valores das taxas de licenciamento razoáveis e condizentes com o custo do processo de licenciamento.

A cidade mais bem avaliada foi Ponta Grossa (PR), seguida de Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), São José dos Campos (SP), Uberlândia (MG), Jacareí (SP), São Paulo (SP), Joinville (SC), João Pessoa (PB) e Chapecó (SC).

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“Além da adequação da legislação municipal à Lei Geral de Antenas, o levantamento também avaliou a burocracia enfrentada pelas empresas para instalar antenas como, por exemplo, a necessidade de fazer a solicitação em mais de um órgão municipal; o prazo para a instalação e o custo”, disse a Conexis Brasil Digital por meio de nota.

A cidade que ocupou a pior posição no ranking foi Palmas (TO), seguida de São José (SC), Jundiaí (SP), São Leopoldo (RS), Santa Maria (RS), Canoas (RS), São Bernardo do Campo (SP), Osasco (SP), Taboão da Serra (SP) e Sete Lagoas (MG).

“Entre os principais problemas encontrados nas que ocupam as últimas posições do ranking estão restrições para a instalação de infraestrutura; exigência de licença ambiental de forma geral, ao invés dos casos previstos em lei; e exigência de vários documentos para a aprovação da instalação de antenas”, informa a Conexis.

O presidente da entidade, Marcos Ferrari, explica que ter uma legislação moderna “é o primeiro passo para a expansão da conectividade”. No entanto, acrescenta, é preciso também que as cidades desburocratizem processos e façam “análises rápidas dos pedidos”.

“Essa adequação é essencial para a expansão do 5G, que vai exigir de cinco a dez vezes mais antenas que o 4G”, completou Ferrari.

O levantamento Cidades Amigas do 5G destaca, entre as cidades com mais de 200 mil habitantes, aquelas que oferecem “ambiente adequado à instalação de infraestrutura de redes de telecomunicações, como antenas e fibra óptica”.

*Com informações da Agência Brasil.

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