Mônica Martelli desabafa sobre morte de Paulo Gustavo: ‘Existe um responsável’

Atriz criticou o processo de vacinação no Brasil e afirmou que a morte do humorista não foi apenas uma fatalidade

Redação ND Florianópolis

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Mônica Martelli desabafou sobre a morte do amigo Paulo Gustavo em entrevista na última quarta-feira (12). Na ocasião, a atriz conta que a morte do humorista não foi apenas uma fatalidade. Com informações do Portal UOL.

Mônica Martelli desabafa sobre morte de Paulo Gustavo: ‘Existe um responsável’ – Foto: Instagram/Reprodução/NDMônica Martelli desabafa sobre morte de Paulo Gustavo: ‘Existe um responsável’ – Foto: Instagram/Reprodução/ND

Ele era um homem saudável, sem nenhuma comorbidade. Existe responsável para isso (…) Eu fico indignada, mas o que eu sinto mais forte é perplexidade”.

Além disso, Mônica Martelli se emocionou ao dizer que a vacina contra a Covid-19 poderia ter evitado a morte do amigo.

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“Mas eu acho que é muito importante a gente dizer que esse luto que estamos vivendo, que não é só meu, é de um país, ele tem uma palavra de ordem: Duas doses de uma vacina que já existe. Meu amor, podia ter te salvado e salvado muitas vidas. Isso aí vai ser uma ordem de luta no luto, por Paulo Gustavo”, declarou.

“Essa dor, que eu tô sentindo, não é só minha. Claro que a intensidade do luto, enquanto mais próximo, você vivencia de outra forma. Mas quantas pessoas não sentiram a perda do Paulo Gustavo como se fosse um amigo?”

Vídeo viral

A atriz afirmou que o vídeo em que Paulo Gustavo pede vacina foi uma ação em conjunto por um grupo de amigos do ator.

“A gente combinou que assim que acabasse a missa, a gente iria postar esse vídeo cobrando vacina. Ele tinha muito medo de morrer. Ele falava toda hora que tinha que tomar vacina. ‘Se eu pegar esse negócio, eu vou morrer'”, relembrou.

Ela ainda comentou o impacto da missa de sétimo dia em homenagem ao ator, realizada na última terça-feira (11).

“Ele afetou a vida de quem passou na frente dele. Até de quem ele não conhecia. Eu olhava pra cada um que tava ali naquela missa e ele potencializou a vida de cada um. É um sentimento de perplexidade que não dá pra acreditar. Paulo Gustavo nunca deixou a vida pra depois. (…) Ele tinha pressa em viver. (…) É muito difícil viver sem isso. É muito difícil imaginar a vida sem ele.”

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