‘Musa das Estradas’ grava vídeo de pé pela primeira vez após cirurgias: ‘isso é ser rico’

Caminhoneira catarinense fala sobre a recuperação depois de passar por série de cirurgias

Redação ND Blumenau

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caminhoneira catarinense Aline Füchter Ouriques, conhecida como “Musa das Estradas”, gravou um vídeo mostrando que já consegue ficar de pé e está melhorando a movimentação após série de cirurgias realizadas em Blumenau.

“Musa das Estradas” mostra como está a recuperação após série de cirurgias e fica de pé pela primeira vez – Foto: Reprodução/Internet“Musa das Estradas” mostra como está a recuperação após série de cirurgias e fica de pé pela primeira vez – Foto: Reprodução/Internet

Aline fala que os exercícios e fisioterapia estão fazendo com que evolua aos poucos. Mesmo sem poder caminhar, a caminhoneira conta como está feliz por já conseguir fazer algumas atividades sozinha, como escovar os dentes e passar desodorante.

“É tão bom ficar em pé, valorizem! Porque a gente não valoriza as coisas até que elas acontecem. É tão bom comer, mexer as mãos, andar, dirigir, ter uma vida normal. Isso é ser rico”, desabafa.

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A “Musa das Estradas” fala que sentiu bastante evolução nos últimos dez dias de recuperação. Mesmo com os movimentos ainda bastante limitados, Aline se mostra confiante e feliz durante o processo de melhora.

“É um privilégio! Graças a Deus tô viva, tô de pé”, comemora. Contando que o próximo objetivo é conseguir dar os primeiros passos sozinha.

Assista o vídeo

O acidente

Aline sofreu o grave acidente no Mato Grosso, na BR-174, entre os municípios de Porto Esperidião e Pontes e Lacerda no dia 31 de janeiro. A carreta que ela conduzia, uma Scania R450, bateu na lateral de outra carreta que seguia no sentido contrário da rodovia.

A catarinense ficou presa às ferragens e foi salva por um colega. Ela foi encaminhada a um hospital da região com fratura no braço e escoriações pelo corpo, inclusive lesões na face.

Após a alta médica, a Musa das Estradas ainda enfrentou dificuldades para retornar pra casa, pois foi impedida de embarcar em voo para Santa Catarina e teve que encarar mais de 2 mil km de estrada num carro alugado.