Termina no dia 14 de março o prazo para que o Estado de Santa Catarina se manifeste novamente sobre a Adin (Ação direta de inconstitucionalidade) protocolada em nome de 9 mil servidores ativos e inativos.
Centro Administrativo, sede do governo catarinense na SC-401, em Florianópolis- Foto: Ricardo Wolffenbuttel/Divulgação/NDO grupo questiona gratificações diferenciadas dadas aos servidores desde 2014 e que, segundo eles, resultaram numa política salarial excludente – que eles apelidaram de Apartheid.
É uma herança que o atual governo recebeu – e que terá que lidar politicamente e juridicamente. No TJSC, os servidores são representados pelo advogado Péricles Prade.