Na próxima segunda-feira (22), ocorre o julgamento do ocorre do réu acusado de matar o engenheiro blumenauense Douglas Junckes, assassinado a tiros, em 2018, dentro do próprio apartamento, em Curitiba.
Outdoors, expostos por amigos e conhecidos do blumenauense, ficam por duas semanas nas ruas de Curitiba pedindo por justiça – Foto: Divulgação/ NDO engenheiro foi assassinado com quatro tiros, devido a uma reclamação do vizinho que havia se incomodado com o som supostamente alto, no dia 20 de maio de 2018.
Familiares e amigos de Douglas, expuseram outdoors na região central de Curitiba com um resumo do caso e pedem justiça. As imagens que trazem fotos do blumenauense ficarão por duas semanas nas ruas da cidade.
SeguirSegundo o pai da vítima, o objetivo da campanha de outdoors é para que as pessoas relembrem o caso e que, de alguma forma, isso sensibilize a população.
Antônio Humia Dorrio, réu do caso, tem 52 anos, esteve apenas 18 dias em prisão preventiva e está há três anos em liberdade. O julgamento foi marcado para 22 de novembro e contará com veredito do júri popular.
O caso corre no Tribunal de Justiça do Estado do Paraná onde, em 2019, o juiz Daniel Surdi Avelar, titular da 2ª Vara Sumariante do Tribunal do Júri de Curitiba, determinou que o suspeito fosse a júri popular, como homicídio doloso.
A defesa do réu recorreu diversas vezes da decisão, sob o argumento de que ele agiu em legítima defesa, mesmo diante das provas colhidas pela perícia, que indicam a intenção de matar, e da ausência de indícios de defesa por parte de Douglas.