AME Jonatas: Processo passa a tramitar em Camboriú

Processo judicial que apura mau uso dos recursos arrecadados em campanha pela luta contra a atrofia muscular espinhal do garoto passa para terceiro destino

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Redação ND Joinville

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O caso AME Jonatas ganhou mais um capítulo. Depois de tramitar em Joinville e em Araquari, o processo judicial que apura o mau uso dos recursos arrecadados na campanha organizada pelos pais do garoto passa a tramitar em Camboriú.

Processo apura mau uso dos recursos arrecadados em campanha solidária realizada pelos pais do garoto – Foto: Reprodução/NDTVProcesso apura mau uso dos recursos arrecadados em campanha solidária realizada pelos pais do garoto – Foto: Reprodução/NDTV

A campanha de solidariedade organizada pelos pais Renato Openkoski e Aline da Cunha Souza Openkoski arrecadou mais de R$ 4 milhões em doações. O dinheiro deveria ser destinado para compra de remédios e cuidados com Jonatas, mas após denúncias de mau uso dos recursos, um processo judicial foi instaurado para acompanhar o tratamento de saúde do garoto.

Depois de ser instaurado em Joinville, o processo foi encaminhado para Araquari, há cerca de 10 meses porque os pais mudaram para a cidade. Agora, novamente os responsáveis por Jonatas mudaram o endereço domiciliar para Camboriú, para onde o processo foi direcionado no começo deste ano. A juíza Karina Müller, da 1ª Vara Cível da cidade passa a ser responsável pelo processo judicial.

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A juíza que assumiu o caso determinou que a família apresente a relação atualizada de todos os profissionais que atendem Jonatas, além das consultas com neurologista, pneumologista, nutricionista e fonoaudiólogo. Os pais também devem apresentar informações sobre as prestações de contas pendentes e plano de saúde do garoto. Além disso, a magistrada solicita um estudo social pela assistente social forense para verificar se o menino está sendo exposto a situações de risco ou ameaça. Esse estudo precisa ser apresentado em um prazo de 30 dias.

Da mesma forma, um perito judicial foi nomeado e apresentará uma avaliação psicológica do núcleo familiar em 30 dias. O Conselho Tutelar e o Creas devem acompanhar a família com o objetivo de identificar possível situação de risco e abusos.

Em Joinville segue tramitando outro processo envolvendo a campanha AME Jonatas, que apura a acusação de apropriação indébita.

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