O juiz Rudson Marcos, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, que sofreu ameaças e teve sua vida pessoal e familiar afetada pela decisão do caso Mari Ferrer, agora tem 15 dias para prestar esclarecimentos ao Conselho Nacional de Justiça.
A União Brasileira de Mulheres pediu CNJ que apure suposto assédio judicial que teria sido cometido pelo magistrado – Foto: Instagram/Reprodução/NDA União Brasileira de Mulheres pediu CNJ que apure suposto assédio judicial que teria sido cometido pelo magistrado.
Motivo: a abertura de pelo menos 160 processos contra personalidades e figuras públicas que usaram a hashtag #estuproculposo em meio ao caso Mari Ferrer, uma suposta “promoter” que teria sido estuprada no beach club de Jurerê In. O acusado foi absolvido.
SeguirO juiz Rudson foi “linchado” nas redes sociais e resolveu reagir a este movimento, principalmente, feito por famosos que compraram a tese do estupro.
Entre os alvos das ações movidas por Rudson estão os nomes de Angélica, Ana Hickmann, Felipe Neto, Ivete Sangalo, Marcos Mion, Patrícia Pillar e Tatá Werneck.