Caso Marielle Franco: assassino Ronnie Lessa será transferido para penitenciária de Tremembé

O caso Marielle Franco ganhou novos desdobramentos; o responsável pelo assassinato será transferido para a penitenciária de Tremembé

Foto de Lídia Gabriella

Lídia Gabriella Florianópolis

Receba as principais notícias no WhatsApp

A Justiça do Mato Grosso do Sul autorizou a transferência de Ronnie Lessa, nesta quarta-feira (12), para a penitenciaria de Tremembé, em São Paulo. Ele responde pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Santos.

Caso Marielle ganha novos desdobramentos com a transferência de Ronnie Lessa à penitenciária de Tremembé – Foto: Jornal da Record/Divulgação/NDCaso Marielle ganha novos desdobramentos com a transferência de Ronnie Lessa à penitenciária de Tremembé – Foto: Jornal da Record/Divulgação/ND

Segundo o jornal da Record, o ex-policial é assassino confesso e está preso desde 2019 em um presídio federal em Campo Grande, localizado em Mato Grosso do Sul.

O ministro Alexandre de Moraes do STF (Superior Tribunal Federal) autorizou a transferência, mas os detalhes da operação não foram divulgados por questão de segurança.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir
Caso Marielle: assassino confesso será transferido para penitenciária de Tremembé – Foto: Câmara Municipal do RioCaso Marielle: assassino confesso será transferido para penitenciária de Tremembé – Foto: Câmara Municipal do Rio

Caso Marielle: Ronnie Lessa revela passo a passo do assassinato da vereadora

O ex-policial confessou ter assassinado a vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Santos em 2019.

Antes de cometer o crime, ele revelou em depoimento à PF (Polícia Federal) que testou a arma do crime para ver se o silenciador funcionava.

Motivo de Ronnie Lessa ter matado Marielle Franco foi promessa de comando de milícia – Foto: Internet/Reprodução/NDMotivo de Ronnie Lessa ter matado Marielle Franco foi promessa de comando de milícia – Foto: Internet/Reprodução/ND

Ele afirmou que os disparos foram realizados em uma área dominada por um terreno pertencente à milícia.

“Posicionei a metralhadora, engatilhei e disparei. Fiz esse disparo com uma rajada curta.  Acredito que uns cinco ou seis tiros, no máximo, tenham sido disparados. Esses projeteis estão alojados na terra”, afirmou.

Tópicos relacionados