Genro que matou sogro por não gostar de mensagem enviada à esposa é condenado em Araranguá

A vítima foi morta de surpresa, com um tiro, ao ser chamada para conversar no portão da própria casa

Foto de Manuela Linemburger

Manuela Linemburger Criciúma

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Um genro, que matou sogro por não gostar do teor de uma mensagem enviada a sua esposa, foi condenado a 14 anos de prisão. O crime aconteceu em Araranguá, no Extremo Sul de Santa Catarina, no dia 10 de março de 2024, sendo julgado na quinta-feira (19). O homem já estava preso preventivamente desde maio de 2024 e teve negado o direito de recorrer em liberdade.

Genro que matou sogro foi condenado quase 1 ano após o crimeGenro que matou sogro foi condenado a 14 anos de prisão em regime inicial fechado – Foto: Freepik/Reprodução/ND

Genro que matou sogro estava insatisfeito com uma mensagem da vítima para a filha, esposa do réu

Conforme denúncia do MPSC (Ministério Público de Santa Catarina), por volta das 8h50 daquele domingo, o réu chegou à casa da vítima e a chamou no portão para conversar. Após alguns minutos de diálogo, sacou a arma e efetuou ao menos quatro disparos. Um dos tiros atingiu o braço direito do sogro, atravessou até o tórax e provocou as lesões que o levaram à morte. Após a ação, o réu fugiu e só foi localizado dois meses depois.

A motivação seria um áudio enviado pouco antes do crime pelo sogro do réu à filha, companheira do acusado. No áudio, o sogro cobrava que o casal devolvesse a chave de uma casa alugada ao locatário, já que não estavam mais utilizando o imóvel. O contrato de aluguel estava no nome da vítima, que havia sido fiadora da locação.

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Justiça condenou genro que matou sogro na quinta-feira (19), quase um ano após o crimeJustiça determinou a condenação de genro que matou sogro por mensagem enviada pela vítima – Foto: Divulgação/ND

O réu foi condenado pela prática do crime de homicídio por motivo fútil e com recurso que dificultou a defesa da vítima. A pena deverá ser cumprida em regime inicial fechado. Além disso, um ano de detenção, em regime aberto, por posse ilegal de arma de fogo.

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