Homem que estrangulou enteada com fio de carregador é condenado 7 meses após crime em SC

Crime ocorreu em fevereiro deste ano, em Indaial

Redação ND Blumenau

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Com informações do repórter Stêvão Limana.

Aconteceu ao longo desta quarta-feira (31) no Fórum da Comarca de Indaial, o júri popular de Rodrigo Pereira Correa, acusado por matar a enteada, uma adolescente de 15 anos, asfixiada com o fio de um carregador de celular, em Indaial. O homem foi condenado a 24 anos de prisão.

Homem que matou enteada com fio de carregador é condenado sete meses após o crime em SC – Foto: Stêvão Limana/NDTVHomem que matou enteada com fio de carregador é condenado sete meses após o crime em SC – Foto: Stêvão Limana/NDTV

O júri ocorreu com bastante agilidade, tendo a condenação do réu apenas sete meses após o crime. Rodrigo Pereira Correa, de 25 anos, foi condenado a 24 anos de prisão em regime fechado. O júri teve duração de cerca de 14 horas.

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Relembre o crime

Uma adolescente de 15 anos foi assassinada dentro de casa na tarde do dia 16 de fevereiro, na rua 14 de Outubro, no bairro Carijós, em Indaial. A PM foi mobilizada para atender o caso por volta das 16h daquele dia, quando a mãe da garota informou que recebeu uma ligação marido onde ele revelou ter matado a adolescente: “Ela tá dormindo, mas vai dormir para sempre”, disse o padrasto ao telefone.

Os agentes foram até o imóvel e precisaram arrombar a porta da casa. Os policiais encontraram o corpo da menina em um dos quartos. Ela estava caída no chão, com um fio de carregador de celular enrolado no pescoço.

Relato dos vizinhos

Na semana do crime a equipe da NDTV visitou a localidade onde a família morava, e conversou com vizinhos. Uma moradora disse que escutou um barulho estranho por volta das 7h, e depois não percebeu movimentações até que a polícia chegasse, por volta das 16h.

Além disso, segundo os moradores, o casal já estaria junto há sete anos. Eram evangélicos, não bebiam ou fumavam, e se davam bem. O homem iria estudar eletromecânica, tinha dois empregos, e a mulher era professora.

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