Justiça mantém cobrança de pedágio durante obras do Contorno Viário em SC: ‘É fundamental’

O juiz afirmou que a suspensão da cobrança do pedágio durante as obras no Contorno Viário poderia trazer prejuízos aos serviços públicos na pista

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Lídia Gabriella Florianópolis

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A Justiça Federal negou o pedido de um vereador, que não foi identificado, de a Arteris parar de cobrar pedágio nas praças de Palhoça, Porto Belo, Tijucas e Paulo Lopes até a conclusão das obras do Contorno Viário.

Justiça mantém cobrança de pedágio durante obras do Contorno Viário em SC: 'É fundamental'Os pedágios continuarão a ser cobrados nos locais – Foto: TRF4/Divulgação/ND

A decisão foi proferida pela 2ª Vara Federal da Capital na segunda-feira (15), em resposta a uma ação popular contra a empresa e a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).

Segundo a ação, movida por um vereador de Palhoça, a ANTT foi acusada de omissão em sua função fiscalizadora.

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Trevo na intercessão do Contorno com a BR-101 (Norte), em BiguaçuTrevo na intercessão do Contorno com a BR-101 (Norte), em Biguaçu – Foto: FIESC/Saporiti/PeDrones

O vereador solicitou a suspensão da cobrança ou que os valores arrecadados fossem direcionados para a construção de um hospital na cidade.

Suspensão do pedágio durante a obra do Contorno Viário: o que poderia gerar?

O juiz Alcides Vettorazzi argumentou que a suspensão da cobrança prejudicaria a execução dos serviços públicos concedidos e teria impacto negativo direto sobre a população.

A decisão pode ser contestada no Tribunal Regional Federal da 4ª RegiãoA decisão pode ser contestada no Tribunal Regional Federal da 4ª Região – Foto: Diogo de Souza/ND

Ele destacou que a tarifa de pedágio é fundamental para financiar a manutenção e operação das rodovias, incluindo serviços como atendimento médico e mecânico aos usuários.

A decisão pode ser contestada no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre.

A reportagem do ND Mais tentou contato com a Arteris Litoral Sul, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto para manifestações sobre a decisão.

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