Mesmo com recesso das atividades, ministro Luís Roberto Barroso assumirá presidência do STF

Durante a suspensão das atividades do STF, que vai até dia 31 deste mês, o presidente da Corte atuará em regime de plantão

Foto de Gabriela Coelho, do R7

Gabriela Coelho, do R7 Brasília

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Ao menos cinco ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiram trabalhar durante o recesso do Poder Judiciário, que vai até dia 31 deste mês.

Durante esse período de suspensão das atividades do STF, o presidente da Corte atuará em regime de plantão e tomará decisões urgentes. Os demais também podem optar por não interromper as atividades. As informações são do R7.

Ministro Luis Roberto Barroso assumirá a presidência do STF durante recesso de atividadesMinistro Luis Roberto Barroso assumirá a presidência do supremo Tribunal Federal durante recesso de atividades – Foto: Nelson Jr/ SCP /STF

Ministros do STF

O vice-presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, estará no plantão entre os dias 1º e 16 de julho. Já a ministra Rosa Weber assumirá entre os dias 17 e 31 de julho. O expediente normal no Poder Judiciário foi encerrado na sexta (30) e retorna em agosto.

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Os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, André Mendonça e Cármen Lúcia informaram que continuarão atuando em seus gabinetes, mesmo durante o recesso. Com isso, eles podem tomar decisões em ações que estão relatando, ou em casos que chegarem aos gabinetes.

Toffoli, entretanto, informou que trabalhará apenas na ação referente à Operação Spoofing, sobre mensagens hackeadas em celulares de autoridades. Nessa ação, há pedidos de anulação de atos da 13ª Vara de Curitiba ligados à Lava Jato.

Volta às atividades com posse de Zanin

Logo após a volta do recesso, o STF dará posse ao advogado Cristiano Zanin Martins como ministro da Corte, em 3 de agosto. A data foi definida durante um encontro entre o jurista e a presidente do Supremo, Rosa Weber.

Zanin foi indicado ao cargo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e teve sua indicação aprovada no Senado. Ele precisava de, pelo menos, 41 votos favoráveis e recebeu 58; 18 senadores votaram contra.

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