Nas últimas horas o clima de revolta tomou conta da população das cidades de Criciúma, Forquilhinha, Siderópolis, Nova Veneza, Maracaja e parte de Içara. Tudo em virtude da falta de água que começou quinta-feira (26) e se estendeu pelo menos até domingo (29) em todas estas localidades e em outras seguia até a noite desta segunda-feira (30). O Ministério Público reagiu em nome da população.
O Promotor de Justiça Diogenes Alves deu prazo de 24 horas para a CASAN responder sobre a falta de água. – Foto: DivulgaçãoSegundo a 7ª Promotora de Justiça de Criciúma a CASAN tem até 24 horas para prestar informações quanto às medidas adotadas para assegurar a completa retomada do abastecimento. Foi instaurado Inquérito Civil Público para acompanhar os fatos.
A informação é de que o Promotor de Justiça, Diógenes Viana Alves, oficiou a Companhia, por meio de despacho em que requisita, no prazo de até 24 horas, informações quanto às medidas adotadas para assegurar a completa retomada do abastecimento e as medidas paliativas implementadas para contornar a situação retratada, de modo a minimizar os impactos do desabastecimento.