A intenção do TSE, de punir com a cassação candidatos que se beneficiem da divulgação de notícias falsas, pode encontrar um obstáculo difícil de superar: provar que o envio das fake news partiu de canais diretos ligados ao candidato, ao partido ou a integrantes da sua campanha. A jurista Jacqueline Valles explica que uma notícia falsa não depende da ação direta do candidato para se espalhar. “Hoje uma informação distorcida pode ser disparada de qualquer celular, inclusive por um robô, e as milícias digitais acionam outros robôs para fazer o conteúdo viralizar. Isso dificulta o rastreamento”. Perfeito!
Ministro Alexandre de Moraes é um caso médico
Só não vê quem não quer