Mulher que simulou câimbra para matar marido vai a júri em Joinville

Vítima era empresário conhecido na zona Leste da cidade e crime aconteceu em dezembro de 2019

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Redação ND Joinville

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Um crime premeditado e motivado por um relacionamento fora do casamento. A morte do empresário Sérgio Kammholz, conhecido na zona Leste de Joinville, que aconteceu no dia 26 de dezembro de 2019, teve uma reviravolta meses após o assassinato e, agora, no dia 10 de março, a companheira e dois homens sentam no banco dos réus em júri popular marcado pela Justiça de Santa Catarina.

Sérgio Kammholz foi assassinado em dezembro de 2019 em plano que envolveu esposa, amante e outro suspeito  – Foto: NDTV/divulgaçãoSérgio Kammholz foi assassinado em dezembro de 2019 em plano que envolveu esposa, amante e outro suspeito  – Foto: NDTV/divulgação

Lilian Gomes Alexandre Kammholz era casada com Sérgio há 15 anos, quando simulou uma câimbra enquanto o casal seguia pela rodovia SC-418, para obrigar o companheiro a parar a moto. Foi neste momento que Jhonatan Willyan Leite e Thiago Henrique Brito de Oliveira Reinert, que já seguiam o casal, pararam. Jhonatan anunciou um suposto assalto e disparou contra a vítima, que não resistiu e morreu ainda no local.

A denúncia do Ministério Público denunciou os três por homicídio qualificado por motivo torpe e mediante emboscada. Segundo a denúncia, Lilian e Jhonatan tinham um caso extraconjugal e, apesar de Sérgio ter descoberto a traição mesmo que sem saber com quem a companheira mantinha outro relacionamento, perdoou e optou por continuar com o casamento.

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“Tal comportamento gerou a insatisfação de Lilian Gomes Alexandre Kammholz e Jhonatan Willyan Leite que, desta forma, a bem de buscarem ficar juntos, passaram a entabular um plano para ceifar a vida de Sérgio Kammholz, contando, para tanto, com o auxílio ativo de Thiago Henrique Brito de Oliveira Reinert”, aponta a denúncia.

Aos 39 anos, Sérgio foi assassinado em Pirabeiraba com mais de cinco tiros. A moto foi levada e abandonada às margens da Rodovia do Arroz, na tentativa de simular um latrocínio.

Os três denunciados foram presos em fevereiro de 2020 e, desde então, estão no Presídio Regional de Joinville.

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