Operação Alcatraz: três réus são condenados por fraude em pregão eletrônico no PR

Sentença da 1ª Vara da Justiça Federal é um desdobramento da investigação deflagrada pela Polícia Federal em 2019 que apura crimes praticados por agentes públicos e privados

Redação ND Florianópolis

Receba as principais notícias no WhatsApp

Uma nova sentença relativa a Operação Alcatraz foi proferida pela juíza Janaina Cassol Machado, da 1ª Vara da Justiça Federal em Florianópolis, na última sexta-feira. Três réus foram condenados em primeira instância por fraude licitatória em um pregão eletrônico da administração da 1ª instância da Justiça Federal, no Paraná, mas podem recorrer junto ao TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em Porto Alegre.

1ª Vara da Justiça Federal condenou três réus da Operação Alcatraz. Foto: Divulgacão/JusCatarina/ND1ª Vara da Justiça Federal condenou três réus da Operação Alcatraz. Foto: Divulgacão/JusCatarina/ND

O empresário Mauricio Rosa Barbosa, que está preso preventivamente, o empresário Nilton Pedro da Silva Júnior e o gerente comercial Guilherme Nunes Silva foram denunciados pelo MPF (Ministério Público Federal) por alegada fraude ao caráter competitivo da licitação, com relação a dois lotes do Pregão Eletrônico 122/2017, da administração da 1ª Instância da Justiça Federal no Paraná.

Proprietário da Intuitiva Tecnologia, Mauricio Rosa Barbosa foi condenado à pena de cinco anos de detenção e multa de R$ 388,5 mil. Dono da Zoom Tecnologia Ltda, Nilton Pedro da Silva Júnior, e o gerente comercial da empresa, Guilherme Nunes da Silva, foram condenados a quatro anos de detenção e R$ 282,6 mil de multa, mas tiveram a pena de prisão substituída por penas restritivas de direitos e multas adicionais.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

Na sentença, conversas entre os acusados são apresentadas para comprovar  a combinação com objetivo de fraudar a licitação. A reportagem não conseguiu contato com os defensores dos acusados.

Tópicos relacionados