O Judiciário catarinense provocou polêmica ontem ao adotar a linguagem neutra de gênero em publicação alusiva ao Dia Internacional do Orgullho LGBTI+. A frase “O direito de amar é de todes” foi, é claro, massacrada pelos seguidores – favoráveis à pauta da diversidade, mas contra a “reinvenção” desnecessária da língua portuguesa.
Post do Tribunal de Justiça de SC – Foto: Divulgação/ND“Imagina se cada advogado, ao ingressar com ação no tribunal utilizar o português que melhor lhe agradar? Seria o caos”, disse um internauta. “O TJSC não sabe mais escrever português?”, questionou outro. “Que absurdo uma página de tribunal assassinar a língua portuguesa desta forma!”, emendou um seguidor.
Perguntaram, ainda, se os magistrados vão passar a ser chamados de “magistrades” e “excelentíssimes”. O decreto do governador Carlos Moisés (PSL), editado em junho, que proíbe a linguagem neutra em escolas e órgãos públicos também foi lembrado.