Quem é a nova namorada do Barroso, ministro e presidente do STF

Namorada do Barroso, desembargadora é doutora, já lançou dois livros e atuou como procuradora do Rio de Janeiro; ministro ficou viúvo no início do ano após morte da esposa por câncer

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Redação ND Florianópolis

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A desembargadora federal Carmen Sílvia Arruda, que integra o TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região), é a nova namorada do Barroso. A informação foi pela colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo.

Carmen Sílvia Arruda é a nova namorado do BarrosoCasal cumpriu ampla agenda de viagens nos últimos meses – Foto: STF e TRF-2/Montagem/Divulgação/ND

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) e a desembargadora têm sido avistados com frequência. No final setembro, os dois foram vistos abraçados durante a celebração da ascensão de Barroso à presidência da Corte. Os dois viajaram para Paris, na França, onde realizaram uma visita ao Conselho Constitucional francês.

O relacionamento ocorre nove meses após o ministro ficar viúvo. Em janeiro faleceu a sua esposa, Maria Tereza Barroso, devido a complicações decorrentes de um câncer no fêmur. Barroso e Maria Tereza compartilharam uma união matrimonial que durou 27 anos e tiveram dois filhos juntos: Luna Van Brussel Barroso e Bernardo Van Brussel Barroso.

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Muito além de “namorada do Barroso”

Arruda é graduada em direito pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e doutora em sociologia e direito pela UFF (Universidade Federal Fluminense). A desembargadora já foi procuradora do Município do Rio de Janeiro, entre 1991 a 1996. A nomeação para o TRF-2 ocorreu em 2021.

A magistrada tem livros publicados, entre eles “O princípio da Transparência”, pela Editora Quartier Latin, em 2020; “O equilíbrio entre o meio ambiente saudável e desenvolvimento sustentável” e “Procedimento Administrativo e processo administrativo latino-americanos: compilações de leis nacionais”, lançado em 2017.

Conforme informações disponibilizadas pelo TRF-2, Barroso fez parte do comitê avaliador do doutorado em sociologia e direito defendido por Arruda em 2019 na Universidade Federal Fluminense. Além disso, em 2020, quando o trabalho foi transformado na obra “O Princípio da Transparência”, o presidente do STF contribuiu com um prefácio para a publicação.

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