Foto: TJSC/Divulgação/NDRecebi muitos cumprimentos e também críticas pelo texto intitulado “Oxigenação dos Tribunais”, publicado na minha coluna, na última quinta-feira (11).
Foram apresentados também alguns acréscimos no sentido de que se o advogado pode, por eleição, tornar-se desembargador, por que não poderia um oficial de justiça, um escrivão, um delegado, um defensor público, ou um policial penitenciário, todos com formação jurídica?
Saliente-se que uma classe, que sem pertencer à magistratura, mas que foi considerada muito bem preparada para exercer as funções de desembargador, foi a dos assessores de desembargador.
SeguirClaro que com tanta gente com formação jurídica preenchendo com folga as exigências feitas aos advogados postulantes ao cargo de desembargador, foi considerado que talvez o Tribunal de Justiça viesse a se assemelhar ao Supremo Tribunal Federal, onde um magistrado tem pouquíssimas chances de se tornar um ministro.